Juízo — Ato de predicar algo de algo: “O céu é azul”; “Sócrates é mortal.” Aristóteles analisa os juízos como proposições que podem ser verdadeiras ou falsas. Kant distingue juízos analíticos (o predicado está contido no sujeito: “Solteiro é não-casado”) de sintéticos (o predicado acrescenta algo: “O ouro é amarelo”) e a priori de a posteriori. A “faculdade do juízo” (Urteilskraft) é tema da terceira Crítica, que analisa o belo e o teleológico.


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